Mais solução ou mais incerteza com o impeachment?

     Momento de alivio e expectativa para os desesperados com a situação do país. Após a saída da presidenta por uma eleição indireta decidida pelo congresso.
     O Primeiro discurso do presidente interino foi de mais mais alívio. Não iria mexer nos programas sociais, aliás nos programas do próprio Estado. Porém, nomeou ministros experientes e que vão cortar gastos e pretendem mostrar resultados nos últimos 90 dias.
      Desconstituiu 9 ministérios e pretende cortar 10 mil cargos EAS e reformar a previdência e as leis trabalhistas. Contudo, pretende chegar ao equilíbrio fiscal.
      Recuperar a economia do país não significa restringir direitos adquiridos e nem falar que o corte é pensando no futuro, pois o país tem muita capacidade de aumentar investidores e crescer de novo. No máximo o que poderia ser aplicado, é a carga tributária por um curto tempo, ademais o Brasil já arrecada muito. Só de diminuir o desemprego e não mexer nos programas de inclusão, a economia e o mandato podem começar a melhorar.
      Destacando a formação do gabinete de Temer, a política poderá ficar confinada entre a nomeação e a dificuldade de aprovar projetos pelos caos das investigações. Doutrora, o país pode passar por outra paralisia e não chegar á nenhuma solução até 2018. Mas até lá, os recursos plutocráticos estão até no ultimo amago de seus alcances, podendo custar o retrocesso, até emergir uma nova força populista.
      Infere-se que, o que temos hoje no poder é a mesma velha guarda da política. PDS e Arena, que veio se entrelaçando desde a redemocratização e os sofridos golpes até a vitória do PT que acabou por permanecer em prol da sua políticas desenvolvimentistas socialistas, mas que por fim foram esgotadas.           Porém há um lado bom, pois nessa era da informação ninguém consegue sigilar nem esconder falcatruas que acabaram sendo denunciadas atualmente na gestão. Portanto, a próxima mudança virá de um Temedor da justiça, ou governa ou sai culpado!


Expectativa para salvar o Brasil

   Michel temer já se reuni com aliados para formar a base, diz estar confiante até o fim do processo.
   O PMDB é o maior partido do Brasil, porém suas políticas não são populistas, ou seja, não tem apoio do povo. Mas, mesmo assim o partido tem o poder muito grande de aprovar emendas em MP e ficar mais estável no poder.
    Durante o governo do PT houve uma questão simultânea entre o governo de Lula e Dilma. Percebe-se que Lula foi populista e acordista dentro do Congresso, mas acontece que com forças do PMDB a Polícia Federal era mais controlada como foi no mensalão. Por outro lado no Governo Dilma, simplesmente em tese ela abriu livre espaço para a polícia investigar a lava jato e fez uma limpeza ética nos cargos, tanto que paralisou o congresso e ela teve que chama-lo de volta as mesmas pessoas para ocupar os cargos.
     Agora é um momento tardio para a negociação. Quem decidiu o processo de impeachment foi a própria política com apoio estratégicos para frear as investigações, usando as pedaladas e a própria operação lava jato como motivo, com muita força da imprensa. Apesar da crise, a opinião das classes desfavorecidas não faria diferença, pois se Dilma sair ou não a situação deles não mudará, apenas das classes A e B que decidiram o processo, porém segundo cientistas políticos é melhor que ela saia e que Temer mostre capacidade de recuperação, mas de qualquer jeito virá carga tributária.


O que esperar do Brasil nesse momento?

      Esse período em que o povo está vivendo, é angustiante. Política é difícil entender, aliás tem um custo para os brasileiros entender a política, pois entendem pela sua experiencia do dia-a-dia.
       O que o Brasileiro tem vivido nos últimos 13 anos no governo do PT foi gratificante em prol de políticas de inclusão social, que nas ultimas eleições fortaleceu ainda mais a popularidade e depois surpreendeu o povo com o não cumprimento das promessas eleitorais por motivos de dívidas para o mantimento das políticas sociais. Enfim, veio as edições de leis orçamentárias que foi aprovada, porém considerada como crime de fiscalização. 
       Juntando as pedaladas, corrupção, aumento dos tributos, desemprego e falta de salário, foi um avanço para a insatisfação do povo para com o governo e uma ótima oportunidade para oposição, então pra que esperar até 2018?
       Mas o que preocupa o povo é a misteriosa carta de Michel Temer, porém alguns já decifram pelos discursos neoliberais de sua base. O que importa nesse momento é o poder, ninguém senta pra debater as soluções e pensar numa breve resposta. Mas nessa altura, pode haver ou não o impeachment. Na balança os disputadores tem o mesmo peso, então infere-se que é impossível saber se o senado vai decidir pelo julgamento da presidenta.
      Para acabar com as incertezas o ideal seria esperar até 2018, pois o país vai demorar a se recuperar com o sem o impeachment. Pois, pelo número e trocas de cargos com o novo governo, demoraria ainda mais estabilizar a economia, ou não estabilizaria até 2018. Poderá gerar medo e arrependimento do povo que mesmo sendo otimista teme ao passado.

   

Uma nova visão para além do impeachment, mas apesar de você..

     Esse trecho da musica de Chico Buarque, causou esperança e vontade do povo há mais de 40 anos atrás, em lutar por uma democracia. Mas acontece, que esta democracia veio se sofisticando até chegar ao modo em que um golpe político possa se institucionalizar. Não que o governo esteja competente, mas nos movimentos sociais atuam diversos grupos com interesses que acabam em desordem e desfocando o objetivo da manifestação.
      Isso é grave para a federação brasileira, pois, nem aqui dentro nem fora do país o povo está entendendo o que esta acontecendo. Se fala dos erros de uma lado, fortifica-se o outro, mas a questão do momento é o impedimento. Ninguém, nem a oposição apresenta a carta de retomada da economia do país. O que se vê é uma disputa entre elites que usam recursos máximos que estão ao seu alcance, até mesmo o poder judiciário.
    O povo não entende que já são mais de 20 anos de democracia, porém, houve reformas na política e despesas na receita. Mas será que os beneficiadores de políticas sociais estão preparados pra pagar aluguel, sustentar sua família e de pagar uma graduação? O Brasil não teria outros meios de inclusão social se não fosse por estas políticas. Mas, a questão do desemprego e a falta de perspectiva no desenvolvimento está fazendo o povo por em riscos suas decisões em escolher; resgatar a economia ou continuar dependendo dos programas sociais que tiveram sucesso no governo, mas causaram custos.
     A crise maior é a questão das pedaladas fiscais e a corrupção, mas ninguém aceita o desemprego. Mais de 20 por cento da população está desempregada, pois não se vê um levantamento inédito de soluções. Doutora tem Michel Temer, que seria o sucessor no caso do impeachment que já foi articulador do governo, portanto acredita-se que o interesse é do partido dele e da força do presidente da Câmara com o seu afastamento. Mas esses sucessores deixam muita incertezas para o povo pelos seus passados e suas coligações. Portanto o povo está esquizofrênico, dividido e desesperado. Desse modo, deixam se levar pelas notícias que roem ambos os lados e não querem deixar para 2018.
     Então, a questão é que a indisciplina política é advinda do próprio povo que se deixam enganar nas campanhas pelos benefícios á curto prazo e acham que não terá consequências que voltarão para si próprio. No entanto, a lucidez e a reflexão seria primordial nesse momento da política brasileira, pois o mandato da presidenta está acabando, sendo assim, esperaria acabar e até lá iriam conhecendo e descobrindo uma forma competente de eleger seus representantes. De fato, democracia é isso, se o povo não quer então tira, mas de forma eficiente para que haja resultados satisfatórios, mas não que tire apostando em riscos. A consequência dependerá da responsabilidade do povo na tomada de decisão sem favorecimentos, sendo no período da eleição de forma consciente e legítima. Contudo, agora independente do resultado a decisão do impeachment infelizmente não está nas mãos do povo, porém servirá de lição para combaterem no futuro.

      

Candidato á vereador faz palestras nas escolas e conquista estudantes.

     Jovens de Valparaíso apostam na mudança com propostas de seu representante na Câmara dos Vereadores.

     O clima na política não ta favorável ao interesse da população para acreditar nos candidatos. Mas, existe uma nova geração que crer e quer acompanhar de forma participativa antes e depois das eleições.
     Segundo o data folha 70%, da população desaprova o governo, ou seja, a maioria está insatisfeita com seus candidatos. Uma imensa crise de confiança e incertezas acabou distanciando ainda mais o povo da política, mas de 2013 até o momento o interesse dos mais jovens tem aumentado.
    Fora a corrupção, outros fatores cooperam para afastar a sociedade ainda mais do governo. Não é de hoje, que a imprensa tem força pra derrubar e pra levantar o nível de aprovação dos governos. Sim, o país está em recessão, mas todos já estão fartos de más notícias, apresentar meios de solução seria novidade.
     "O País precisa de pessoas novas, com ideias novas na política. Democracia é a participação de todos na decisão. Não se pode aceitar que o candidato é eficiente se ele compra votos, pois o resultado negativo volta para o próprio eleitor no futuro. O importante é acreditar nas propostas e cobrar a mudança acompanhando e fiscalizando. Agindo dessa forma, essa geração poderá alcançar resultados eficientes na política de curto á longo prazo, mas depende dessa força de interesse na participação." Afirma Victor William Stickland, candidato á Vereador no município.

Fonte:Cartaz Popular





2016: Expectativa para economia no segundo semestre.

   Em comparação á 2015, terá grandes possibilidades da economia dar uma melhorada no segundo semestre, se portanto, os desequilíbrios fiscais, políticos e externos forem resolvidos.
   Durante o primeiro mandato da presidenta Dilma, o Banco Central não foi tão exigente com a inflação e o governo permaneceu segurando várias contas públicas até uma semana depois das eleições.
    Após a reeleição vei o aumento da gasolina, energia, tarifas de transporte coletivo, inflação dólar e os juros. Contudo a perseguição e a falta de apoio político, tornaram a agenda do governo paralisada.
    O Brasil é um país que gasta mais do que arrecada, pelo perfil do congresso que não deixa aumentar impostos e nem cortar gastos. Com isso ela terá dificuldade de por em ordem as contas públicas.
     Seria importante para a economia se a presidente vencesse no processo de impeachment, conquistando apoio e fechando acordos para resolver o ajuste fiscal. Sendo assim, aumentaria, a confiança, a queda de juros, os investimentos brasileiros, consumo e créditos.
      Infelizmente, em 2016 o juros e o imposto serão inevitáveis, pois ao invés do governo cortar gastos que seria o ideal, mas como ele é interventor na economia e possui conflitos na política, para ele é mais rápido e incremental equilibrar o ajuste com tributação.






                  Referencia:www.elpaís.com.br
                   
                                     www.canalrural.com.br
       

Começando o ano, mas parece que já estamos no final do ultimo..

      Começamos o ano de 2016 com más lembranças de 2015, porém ainda teremos mais 3 anos de persistência para resolver as crises políticas.
      O governo da atual presidente Dilma, desde a sua candidatura, encontrou diversas dificuldades para elaborar sua agenda e negociar acordos, devido os problemas nacionais e conflitos paroquiais.
      Com o barganhamento do presidente da câmara, ficou mais difícil ainda fechar o ano com boas esperanças futuras. Após o pedido de impeachment a paralisia na política durou até o fim do ano.
       E a paralisia não se veio exclusivamente apenas da base petista, mas também de outros parlamentares e ex- diretores, inclusive os que eram braço direito de governos do passado como o filho de Lula, Collor e Pizzolatti.
       Depois o assunto dos cortes públicos, cancelando concursos, aumentando o tempo da aposentadoria e terceirizando os hospitais.
       Em Brasília quem não tem casa própria acaba sendo lesado com o aumento dos alugueis e a corrupção das cooperativas.


       O novo governo, que está aí ha mais de 8 anos vem sendo muito cobrado e perseguido tanto no cunho paroquial como pela própria população. Os únicos cabos eleitorais dessa gestão é os professores, servidores públicos federais, estudantes universitários, os contemplados do minha casa minha vida e bolsa família e os refugiados.
        Se da qui pra 2018, tudo ocorrer estável, com o aumento da passagem, gasolina e ninguém do governo for inelegível, Lula estará na disputa.


      

Existe soluções para melhorar o país?

   Esse momento de crise no Brasil não é novo, já vivemos isso há duas décadas atrás, e teve solução? Sim. Houve tentativas estratégicas e dramáticas para o povo. A solução veio não quando entrou lula, mas sim quando foi inventado o plano real que de fato algumas bancadas pediram dinheiro para votar nesse plano que honrou a candidatura de FHC.
   Aquela época em que estava se formando a democracia no país, o direito do cidadão formular suas queixar e lutar por elas ou até mesmo contra o governo estava garantido. Mas de forma expressa, o país estava mergulhado no fundo do poço, e o povo queria e cobrava melhorias que depois de um certo tempo deu certo. Foi planejamento futuro? á longo prazo? Claro que não. O próprio DNA do Brasileiro já é de querer soluções imediatas, mas o que estava ruim poderia piorar.
   O regime democrático era a nova forma de governabilidade, mas se pensarmos mais um pouco na ditadura só eram dois partidos; o ARENA e o MDB, mas quando ela foi derrubada esses representantes do povo que eram destes partidos é que estava no poder, ou seja, o próprio Sarney e depois seus aliados procurando uma saída exaustiva para o Brasil que só aumentava a inflação e não crescia. Eles procuravam se manter no governabilidade de forma interna no congresso e externa do país, ou seja, seguiam caminhos da privatização para o crescimento, mas o país passava por diversas demandas sociais, principalmente na desigualdade, inacessibilidade e desemprego.
    Acontece que depois de tanta retração, entrou o representante dos trabalhadores que acabou com a miséria e incrementou acessibilidade para as classes D e E. Mas sua permanência no poder custou caro, ele não tinha mais metas e nem créditos que implementavam sua meritocracia dentro do congresso, a única saída foi o mensalão e a candidatura de sua chefe da casa civil que deu mais permanência e abrangência de seus programas, até que uma hora não tinha mais como garantir tanto crédito á curto prazo, ou seja, para poder manter seus projetos sociais teve que mexer nas contas públicas e conter em outras partes o poder de compra aumentando a inflação. Sendo assim só os que tem mais poderão ter mais créditos e dar uma retardada financeira para a demanda. Portanto, a oposição usufrui destas falhas para dizer que os programas sociais e a corrupção que causaram esta situação no país, mas ninguém está isento dos interesse particulares na vida política, sendo assim não há meta garantidora para o salvamento, eles precisam pensar na governabilidade como competência para garantir os direitos do povo. 
    Infere-se que a medida á ser tomada numa crise como essa não depende de decretos ou MP, mas sim a votação e o interesse dos outros partidos. A presidenta esta cercada de cobranças que envolvem interesses particular. No meio dessa crise ela querendo cortar gastos e o congresso abrindo propostas de mais gastos. De fato isso se chama ingovernabilidade, pois ela poderia cortar os ministérios, mas perderia seus padrinhos de apoio, então ela preferiu agir no consenso onde possa haver equilíbrio e que cada departamento ministerial possa entender ao menos as demissões dos cargos comissionados.



A desencantação do feminismo

    Desde a criação da ONU, temos movimentos que lutam pelas causas dos direitos humanos, que deu origem ao movimento feminista. Não é errado lutar pelos seus direitos e pela evolução de seus deveres, mas até o ponto que estigmatiza a postura do que sempre foi certo, já é ingratidão ou destruição.
     No Brasil as pesquisas mostram que a maioria dos divórcios são pedidos pelas mulheres, ou seja, muitas delas estão levando jargões feministas para dentro da família. Elas não são obrigadas á conviver com conflitos, mas a medida em que entra a desconfiança e a desacomodação, não se pensa duas vezes, logo vem a cabeça a ideia pregada de liberdade, mas na verdade são ideias isentas de responsabilidade familiar.
      O que é raro hoje em dia, é encontrar famílias(casais) que se completem e que dure efetivamente. Os homens, estão á procura de mulheres sem experiencia, e as mulheres em busca de homens experientes. Esta contrapartida, comete a inversão de interesses, sendo que as mulheres querem homens experientes mas elas querem ser mais experientes, por mais que não seja.
       As mulheres se vinculam ao sentimento, mas nos tempos modernos elas querem ter as mesmas primícias de origem natural do homem. Ou seja, preferem adquirir os mesmos modos de atributos por orgulho e egoísmo, do que se encantar por construir uma família, como era certo há uns 20 anos atrás.
       Por mais, que haja alterações de valores, há pessoas que preferem o conservadorismo, do que o liberalismo em termos morais. De fato, os homens sempre, mas nem todos, souberam e preferem mulheres guardadas que é raridade, para constituir uma família em paz. Já outros homens que escolhem mulheres experientes, se sentem preocupados com o passado e acabam cobrindo estas angustias com outras mulheres, pela insegurança do caráter de sua esposa e acabam destruído sua família. Isto é fato, não podemos inovar os valores e fingir que deu certo, pois os dados desmaqueiam este avanço em nossa sociedade.  



A transformação da democracia na política brasileira.

    O Brasil é um país novo, arredondando são 30 anos de democracia e há 30 anos atrás o povo estava esperançoso, todos acreditavam de fato na mudança, até as musicas que passavam no rádio falava do momento atual mas que haveria novos tempos.
    O Renato Russo da Banda legião urbana, era o primeiro a acreditar. Ele era de classe alta, conhecia política, mas não era atingido pela crise dos anos 80, porem ele queria fazer os atingidos a se moverem, com certames: " Que país é esse?" "será que nada vai acontecer", " será que vamos conseguir vencer?"
     Nesse momento do Brasil, alguma parte da elite se manifestava contra o regime e queria uma democracia direta. A administração antiga, baseado na burocracia e nos interesses políticos já estavam caindo por terra. O povo questionava a pouca acessibilidade e a dificuldade de interferir na política do país, e a democracia direta foi a melhor maneira de adquirir o domínio do povo novamente.
     Mas de lá pra cá, alguma coisa mudou? Sim, o povo escolhe suas políticas e o seu representante ouve e executa, mas de maneira autônoma pela vontade do povo e isenta de sua representação.
     Hoje a demanda é extensa, os setores públicos não suportam a lotação e pedem socorro para a administração indireta, ou seja, as autarquias e outras empresas que faz o interesse do povo ficar mais distante na participação das políticas. Então, será que dos anos 80 pra cá, as instituições foram reformada ou continuam em transformação? será que as necessidades pública do povo está em prioridade na nossa democracia?


Como utilizam o nome de Deus

     Hoje, temos no Brasil uma desigualdade forte, por mais que pessoas saem da linha da pobreza, não quer dizer que ela subiu de classe, mas só de ela ter saído da miséria é um bom dado pra história do país.
     A falta de moralidade dos governantes e do próprio povo chegou ao limite extremo. Nada surpreende mais a sociedade, pois desde os primórdios os reis conseguiam ter o domínio do povo. A voz do rei era a voz de Deus, pois se não obedecesse pela fé era porque temia.
     Acontece que no passar dos anos, até Deus veio mudando sua forma de ligação com o homem, mas no passado a ligação era pra ter ordem no reino, pois a visão que as escrituras tinha do homem é que sempre será um adversário perigoso para a terra e que não pode comer da árvore do conhecimento.
      Hoje, a ligação é de fato para a dominação da vida social, não mais por uma questão de fé e paz de espírito. Além do mais essa dominação é liderada pelo homem, ou seja, utilizam a fé para cercar os espaços de fuga dos fieis, tirando toda e qualquer possibilidade do cidadão pensar fora dos padrões da instituição.
       Quase o mundo todo está em crise e muitos profetas estão aproveitando da fraqueza do povo. Tanto do lado político, quanto institucional o poder é primordial e mais fácil utilizando os princípios religiosos, que faz boa parte da sociedade fechar os olhos para os problemas e permanecendo dependente de uma socialização paralela. Isso é bom, pois os seguidores não terão preocupações, mas impede cidadãos e até povos de se desenvolver e criar soluções.
        Deus é bom, não prega ódio nem medo, é um ser que pensa melhor, aliás fora da consciência humana, pois ele é o criador e nos deu uma mente brilhante e o arrependimento, mas a blasfêmia é muito grande e infelizmente usam o seu nome em vão.


Como assustar o ladrão da sua casa.

     Hoje vou postar, um tema mais diferente mas que vai ser útil na hora do desespero. A ousadia dos bandidos hoje é sem limites, ainda mais com a crise do desemprego é difícil escapar destas vítimas desorientadas. 
     O jovem que te ameaça com uma faca ou uma arma de fogo, não quer saber ou não teve visão do que é mentira verdade e certo ou errado. Ele foi desenvolvido num mundo em que foi submetido a enxergar as conquistas diferente do resto, e muitos fatores são levados em contas, como; educação, cultura acessibilidade e oportunidade. De fato nossa sociedade é desequilibrada e o oportunismo está no próprio ser humano independente da visão de sua realidade.
      Existem diversas maneiras de enxergar a vida do crime. As vezes é pela tradição cultural da localidade com influencias para ganhar admiração ao seu redor, ou por outros motivos de mal tratos e descuido da família. Não é todos, mas a maioria destes jovens quando entram na fase adulta, se arrepende ou se revolta e a situação deles é perdida e imperdoável para a sociedade. Então aonde está o erro? No Estado, na família, na escola, na cidade, nas políticas ou nele mesmo?
       Hoje não é só o favelado que entra para o crime. Muitos da classe média estão envolvidos inclusive com drogas. Então, a pessoa que entra na sua casa é um doente, viciado, drogado, não presta, mas não é mau, ele está em uma batalha de sobrevivência. Seu filho pode ter tudo, mas você pode está enganado, as drogas e as influencias estão embutida em qualquer área da sociedade.
        O importante é não querer o mau destes demônios, mas sim o exorcismo deles. Será que iremos ter que construir zoológicos na selva para estes cidadãos? Não é por aí, ainda ha tempos para mudar o rumo desta triste situação, principalmente valorizar as crianças para que o conflito não seja maior no futuro. 

Solte bombinhas para espantar o ladrão.

     

Democracia e realidade.

     Para começar, não irei falar da crise e sim de um processo histórico político no país. O que temos hoje, é o resultado de uma pequena elite que domina o grupo social desde os primórdios no estado democrático.
     Nosso país já passou por diversas reformas, mas a da democracia foi a que mais controlou os direitos sociais. Tudo é formado pela base da democracia. Mas alguém se candidata e é eleito e vai decidir e executar a vontade da maioria. Sim isso é democracia, mas um detalhe; o eleito tem poder de decidir, ou seja, será que a vontade do povo coincide com os seus desejos e realidade na sua mesa?
     No Brasil, isso é muito comum. Do mesmo jeito que a sociedade se institucionaliza os representantes do povo que é a elite, também se socializa, ou seja, adquiri atributos.
     De fato, a sociedade se constitui de forma desigual, perante a cultura, poder econômico e acesso. Mas pelo direito, somos todos iguais, porque estamos num estado democrático.
     Todo grupo precisa de governante e os governantes é a minoria que vai representar a maioria. E quem forma essa estrutura são os próprios cidadãos, pois eles vivem subordinados á elite. As pessoas que tem interesse em comum, como empresários, buscam instrumentos para participar de forma ativa da política, porém pela democracia.
      Cargo público é cargo de confiança, "fulano confia mais em ciclano porque é mais próximo e é de confiança", e essa minoria que é a elite vai ser sempre a minoria que vai governar, solidariamente e arbitrariamente. Só muda quando alguém da representação do povo sobe, ou seja, alguém da demanda queira representar algum direito do povo e se filia á algum partido e depois de muitas barreiras consegue ser eleito, mas quando eleito acontecerá o mesmo processo de títulos de poder.



Reformas do Estado Brasileiro.

    No começo do século XX deu - se inicio a tentativa de criar um estado novo. O primeiro indicador pode ter sido a liberdade dos escravos, mas como eles não tinham estrutura preferiam permanecer nas fazendas nas condições de seus patrões. Logo depois a primeira constituição garantia que cada estado tinha sua própria autonomia, ou seja, dividido em províncias e o poder começava a descentralizar para dar início a nova republica.
     Não é segredo que uma das primeiras instituições, foi o exercito e dele surgiu uma geração nos cargos públicos de pai para filho, mas quando Getúlio chegou ele começou a política desenvolvimentista e fazia acordos trabalhistas com o apoio da elite. De um lado era como o pai dos pobres e do outro tentava conservar o poder ditatorial com os militares. 
   Em todas as regiões do país tinha uma família que era responsável pelas contas públicas, que herdaram do tenentismo, que na época tinha poder de polícia nos territórios. Após a invenção do Estado de Direito esse poder dos coronéis ficou mais difícil.
     Para continuar suas políticas desenvolvimentista, Vargas criou o DASP (departamento de Administração e serviço público). Mas desde então essa política desenvolvimentista vinha caminhando junto aos interesses da Elite.
     Então o Estado Brasileiro estava se transformando na  base do direito com a burocratização. De 1930 á 1964 houve a tentativa dos militares centralizar o poder e durante esse tempo se formou o Estado novo e a sindicalização dos trabalhadores e o crescimento da industria de café.
     O Regime ditatorial não era suficiente para controlar o estado, ou seja, não estava dando certo no estado novo. Foi preciso adquirir ferramentas empresariais para alocar o gerenciamento da sociedade, até que em 79 criou-se a reforma neoliberal que planeja e executa as políticas sociais de um estado máquina. Daí em diante surgiu a necessidade de um estado democrático em 1988, a demanda social era alta e os direitos eram limitados. 
     Mais tarde, houve mais duas reformas; á de 1995 do plano real e a de 1998. Estamos passando por um momento difícil no país, será que outra reforma está prestes a acontecer? já se passaram vinte anos de mesmas políticas de desenvolvimento social e econômico. Aliás algumas nunca se viu na administração do país após 2002, mas hoje ela se encontra como há 20 anos atrás. 


Crise política financeira ou institucional?

    Enorme rombo nas contas públicas fazem governo tomar medidas desagradáveis para quitar suas dívidas e acaba atingindo maior parte de seus eleitores.
    Dados do IBGE afirmam que a desaprovação não só da presidenta, mas do governo geral só veio aumentando nos últimos meses.
    Os meios de comunicação mostram e apontam que a desaprovação é somente do governo petista. Mas se a população fizer uma análise geral poderá perceber que a causa da crise não é específica de uma gestão partidária, pois todo político tem luxos fora de seus direitos e benefícios e inclusive recebem investimentos de empresas em época de campanha. Não é por acusação sem provas que o STF autorizou a investigação de 40 políticos, especialmente Eduardo Cunha.
     No mundo político, para quem está sendo investigado nunca assumirá e nem é condenado individualmente, pois o que se percebe é uma corrente que quebra do lado mais fraco. Nem por isso, o povo deve achar ou cair na armação da imprensa que a política e a justiça não cumpre a sua parte, por mais que tenha muitas falhas o tempo resolve e já tem muita gente condenada e investigada.
     O que o povo precisa entender, é que não se pode confundir crise política com crise institucional. Pois, o ministério público e a polícia cumpre o seu papel e está desvendando os corruptos para a imprensa que faz devido uso para vontade de seus apadrinhados.
     Os políticos não aceitam ser acusado, sempre acusam outrem e querem que o circo pegue fogo e para isso tem a mídia que faz a população achar que políticos acusados são criminosos, mas quando a polícia investiga sabe realmente que é vilão e quem é inocente. A brecha, do ministério público da justiça é a falta de fiscalização nos orçamentos, essa pode ser uma única crise da instituição, o resto é conflitos políticos que maneja domínio através de empresas e verbas públicas por trás de poder nas assinaturas.


  

Secretário responsabiliza o crime organizado pelas 33 mortes em Manaus

    A onda de assassinatos nesse Fim de semana começou sexta-feira e só encerrou domingo, com 33. Aonde? no Rio de janeiro, Espírito Santo, ou pernambuco? Manaus. Quem diria, mas a polícia do estado está trabalhando para desvendar essa chacina e prequestiona que  a culpa é da disputa entre criminalidade interna e fora do presídio.
    Após domingo não houve mais assassinato, portanto no mínimo o que dar para concluir é que pelo menos 1 dos 33 assassinados foi o executante do sargento morto na sexta-feira ou era pelo menos da família do assassino.
   Quem acaba sofrendo é o próprio Estado pela sua ação camuflada, que age pela força e pelo ódio espalhando ainda mais o panico pela sociedade, repressão demais não vai diminuir os conflitos e nem tampouco a violência, pois a má condição de vida e de ressocialização que o estado impõe é suficiente para que o cidadão involua. Apoios e ensinamentos negativos será mais abrangente e mais vantajoso para ele, do que contar com o próprio sistema, ou seja, com os meios legais. Pois, para o Estado o melhor investimento é reprimir, se educação não é para todos, quanto mais a reeducação.


Realidade histórica que o povo não enxerga

  Quando estamos no sofá da nossa sala, ou numa mesa de um bar, pensamos ou fingimos que estamos sendo felizes, mas de fato é uma felicidade, ou seja um remédio para anestesiar a pressão da rotina desgastante.
   Falando de rotina, o que pensar de um trabalho que fará sempre os mesmos métodos diariamente e chega no fim, os dados estatísticos não são agradável. Será que foi o seu desempenho? ou o seu cansaço? Então será que só existe trabalho ruim? Pergunte para os aposentados que voltam a trabalhar e tire sua conclusão.
   Quem trabalha em setores públicos, sempre acha ou ouve dizer que a ineficiência é do governo e a população ainda cai no golpe de que se fosse terceirizado seria eficiente. Pois a imprensa, investe no lado mais caótico dos setores e sempre as mesmas mazelas; saúde, educação e segurança.
     Não é todos os dias que morre paciente nas esperas de atendimento, mas diariamente novos pacientes são internados e sequentemente medicados até a recuperação.
     Não é todos os dias que falta professores, exceto quando atrasa reajustes, mas todos os dias tem alunos fora da escola buscando "novos" aprendizados.
     Não é todos os dias que a polícia prende ladrão, mas diariamente tem roubo seguido de morte.
     Acontece que não adianta sair na rua pedindo paz, se você acha o estado incompetente. Pode ser até ineficiente, mas previna-se dessa ineficiência,  pois a ausência da responsabilidade da população é que torna os serviços precários, o imposto nunca foi e nem será bem recompensado.
     É perca de tempo colocar ensino integral num país que lutam pelo aborto e pela legalização da maconha, não considerando a redução da maioridade penal que não ia fazer muita diferença ao ver o rumo que os valores estão seguindo, mas é uma decisão de desespero do estado, pois há muito tempo que não se constrói presídios e nem reforma as leis, nem tampouco escolas. A saída é começar pela repressão dos marginalizados, pois nunca o governo tomou solução de forma pacífica. Essa história de investir em educação é pura ilusão. Ensino público no Brasil não é tão ruim, mas quem quer consegue ter desempenho, é isso que o governo tem para oferecer; quer estudar? então se esforça, quer ser marginal? cadeia.
     Ainda nos dias de hoje, há famílias ou mãe solteiras que possuem 4 filhos sustentados pelo governo, Jovens que cresce sem apoio familiar e sem estrutura social. O Estado não é bom, só garante a ordem mas não se pode esperar o melhor dele, porém ninguém será desamparado, sempre terá um mecanismo para alojar os decadentes na esfera social e a imprensa dominará.
     Não tem como os professores, profissionais de saúde e segurança ensinar bons modos, aliás essa função é da família; dar bons exemplos de educação e caráter, o governo serviria para corrigir, mas com a demanda de erros não se dá para ter o controle, e quase sempre será ineficiente, pois a demanda e a falta de ordem torna o povo cada vez mais individual e anarquista.
Filho de catadora passa em 1º lugar em Universidade federal.
   
    
   
   

Mais um direito conquistado e outro perdido

    Quando foi sancionada a lei que aprova o casamento homo afetivo, quase todos os face books estavam coloridos, principalmente pessoas do movimento feminista.
    No Brasil esta lei foi aprovada em 2013, mas pareceu que foi uma lei á mais, que por aqui já se tornou algo comum. Portanto é legal deixar herança para o companheiro ou companheira.
    Mas o que é inobservador, é que toda lei que é aprovada há um interesse econômico, político ou os dois. Neste caso pode enxergar os dois. Por que a Dilma é a favor dos imigrantes e dos refugiados? Voto. Ela pode muito bem dar uma carteira de identidade para os fugitivos, e sendo assim eles podem usufruir de programas sociais e ela ganha voto. 
     Pra que melhor, fugir do país de origem que se encontra em guerra civil e ir para outro país e ainda receber benefícios sociais? Não é atoa que o Brasil está no Ranking de pessoas refugiadas.
     Já no caso do casamento homo afetivo, também há interesse político e econômico. O político é a questão do voto, mas o econômico poderá afetar as mulheres que traem, e as que desejam divorcio. Pois, o companheiro hétero, poderá por mera vingança transferir a herança para um amigo, que por lei declarará seu novo companheiro repartindo porcentagem para os filhos e deixando a ingrata de mãos vazias. Portanto, mais um direito das mulheres perdido e as feministas comemoram com foto colorida.


Brasília poderá ter investimento da China

    Ontem dia 09 de junho, o Presidente da Câmara de indústria e comércio da China Tang, fez uma reunião com o governador e cúpula no Palácio do buriti para tratar das iniciativas de potenciais projetos. Com o incentivo não só do Buriti mais do planalto, poderá haver possibilidade de entrar capital, empregos e alta tecnologia para Brasília, considerada a vitrine do país para Tang, pois é a casa dos três poderes e facilita a negociação dos empresários.
     O GDF, tem a intenção de construir o parque tecnológico com apoio de uma empresa chinesa para produzir materiais de tecnologia semelhante á china e sendo assim gerar ganhos e políticas beneficiárias para Brasília. Segundo Tang, duas empresas estão com uma estimativa de 400 milhões iniciais para investimento na capital.
     Então, quando se fala em empresas, crescimento, investimento de fora e oportunidade, a população se sente retraída. Na política econômica de Smith, para gerar crescimento do capital, o governo sempre fica de fora. Já na de Keynes o governo entra para controlar certas crises, mas no Brasil com ou sem governo não está dando certo.
     Mas na situação de que o Brasil se encontra, a China é o único país que vai assumir risco de investimento. Não é nada de privatização ou golpe, o Brasil tem mesmo é commodities que é muito importante para a China, pois lá tem trilhões de pessoas e precisam ser alimentadas, por isso; construir portos, aliás ligar até China. Por mais que seja difícil negociar com a chineses, eles fazem uma parceria inteligente e pensam em seu desenvolvimento á longo prazo, que em troca aumentará a tecnologia e a produtividade no Brasil, mas não a renda.




     

Consequência: Brasil não é o único país Cristão

   Na décima nona parada gay, que vem acontecendo todo ano em São Paulo, ocorreu uma forma de protesto contra o preconceito e a homofobia, mas de fato atingiu valores cristãos, que desde muito tempo esse choque tem se tornado mais forte, ou seja, mais conflituoso.
    Com cenas de protesto, que o Brasil inteiro já viu e se manifestou mas, porém, até os homossexuais foram contra tal gesto representado na passeata que teve participação de políticos e artistas.
    O governo de São Paulo, teve um gasto de 1.300.000, com a passeata e patrocínio da Caixa Econômica e Petrobrás.
    O Senador do PR - ES, entrou com um pedido de justiça junto ao Ministério Público Federal, para a abertura de um inquérito contra os organizadores, principalmente pelo patrocínio da Petrobrás e CEF.
    O Brasil, principalmente as autoridades parecem que já está calejada de tanta injustiça e desrespeito. A receita entra onde há polemicas, tudo bem, mas mexer com os valores sociais, temperança, boas condutas, na imagem e semelhança do homem, nos princípios cristãos?
    O povo tem a mania de dizer que o Brasil é um Estado Laico, sim é Laico, pois ninguém é obrigado á seguir religião que é o direito de liberdade numa democracia. Mas, se os extremistas islâmicos, muçulmanos ou judeus, fizessem alguma crítica á cristandade? Iria atingir mais de 80% do mundo e correria risco de haver uma guerra. Ou seja, quem é Laico iria está do lado dos cristãos.
     Esse pedido de justiça precisa ser válido. Mesmo com o país em crise, ou que ao menos punam os responsáveis pelo investimento. Ou se não, outro estado maior pode sentir a obrigação de intervir e resultar num problema maior para o Brasil.

A virtude das grandes almas é a justiça!

 
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